Siga-nos no Whatsapp
A+ / A-

Demissão do presidente do INEM obedeceu a “recomendação” da IGAS

16 fev, 2016 - 14:30

O ministro Adalberto Campos Fernandes diz que esta situação não traz "nenhuma descredibilização" ao serviço. "O INEM é uma instituição de referência".

A+ / A-

O ministro da Saúde reconheceu ter demitido o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Paulo Campos, "por recomendação" da Inspecção Geral das Actividades em Saúde (IGAS).

"O ministro da Saúde acompanhou aquilo que foram as recomendações da IGAS, tudo dentro daquilo que é a normalidade jurídica e a normalidade do funcionamento do Estado", afirmou Adalberto Campos Fernandes, aos jornalistas, à margem da cerimónia de apresentação do novo Conselho de Administração do Centro Hospitalar de São João, no Porto.

O ministro demitiu o presidente do INEM na segunda-feira à tarde, conforme proposta da IGAS, que analisou a actuação deste dirigente.

A IGAS investigou a actuação de Paulo Campos - suspenso de funções desde Outubro de 2015 - na alegada interferência que este terá tido no transporte de uma doente, em helicóptero do INEM, do Hospital de Cascais para o de Abrantes.

"Não há nenhuma descredibilização do INEM, o INEM é uma instituição de referência, uma instituição constituída por profissionais muito dedicados e empenhados. O país precisa de confiar no INEM e o ministro da Saúde confia no INEM", sustentou o governante.

Adalberto Campos Fernandes salientou que, para já, Luís Meira está na presidência do INEM e que vai ser aberto "de imediato" um processo concursal nos termos da lei.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Destaques V+