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Novo livro de André Rubim Rangel aponta para uma liberdade que vive entre o bem e o mal

08 nov, 2024 - 10:00 • Redação

Liberdade é o tema principal do terceiro livro de uma saga, que pode chegar a um total de sete volumes. O número sete é simbolo de referência nas obras do autor e teólogo, que abraça os valores religiosos como base dos seus textos.

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Liberdade é o tema do próximo livro de André Rubim Rangel, teólogo e autor da saga "A Inqutiude", que pode chegar aos nove volumes. Na sua mais recente obra, a liberdade é analisada em várias perspetivas, abordando ainda a manipulação como uma ferramenta que balança entre o bem e o mal.

Com a teologia e o catolicismo na base da sua construção pessoal, André Rubim Rangel já conta com quatro livros publicados, sendo o primeiro já mencionado, uma "coletânea" com 151 coautores. Seguem-se os dois primeiros volumes da saga "A Inquietude", que abordam os temas "valores humanos" e "construção pessoal", respetivamente.

O mais recente, "A Inquietude... de livres veemências", foi lançado no passado mês de julho e é o terceiro livro de uma saga, que fala sobre liberdade. À Renascença, o autor afirma que estão pensados mais quatro livros e que "já está definido sobre o que vão ser os sete volumes".

André Rubim Rangel diz nunca ter "pensado escrever só sobre liberdade". Contudo, ao mesmo tempo, conta que esse tema sempre teve presente nos seus textos e, ao longo de 20 anos, abordou esse conceito, mas nunca de uma forma tão aprofundada. O seu grande motor para lançar este volume foi "pensar a revolução portuguesa há 50 anos" - o 25 de abril.

Aqui, a liberdade anda de mãos dadas com a teologia. Contudo, o conceito é colocado em perspetiva e é visto de todos os ângulos, nomeadamente a "antiliberdade", numa dicotomia entre o bem e o mal, em que a manipulação balança entre os dois. "Harari diz que a liberdade é fruto da nossa imaginação. Eu contraponho um bocadinho", afirma o escritor.

O número sete é símbolo de grande importância nas obras do teólogo, como se pode verificar em vários aspetos da sua carreira: nasceu em 1977, a primeira obra publicada demorou sete anos a ser compilada, no primeiro volume da saga há um total de 77 textos, no segundo a divisão é feita em sete capítulos e, no último publicado, a totalidade do livro conta com 52 textos (números somados, dá sete). "Não foi propositado", garante o escritor, entre gargalhadas.

Licenciado em Teologia, fez uma viragem na carreira ao ingressar no mestrado em Ciências de Comunicação. Se esses dois caminhos pareciam ser muito distintos, André Rubim Rangel uniu as duas vertentes e, ao longo de 25 anos de carreira no jornalismo, formou-se nos mais variados temas: Comunicação, Educação, Religião e Direitos Humanos.

Começou a carreira em 1999, com grandes entrevistas a personalidades reconhecidas pelo grande público, do que resultou o seu primeiro livro "Veris". Colabora regularmente com várias publicações como, por exemplo, o jornal Económico, VivaCidade e ViraDouro.

A par disto, já exerceu como professor no Ensino Básico e Secundário, foi cronista no jornal NOVO, moderador em debates e, recentemente, aventurou-se pelo mundo das palavras, afirmando-se recentemente como escritor.

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